Apartheid ("vida separada") é uma palavra de origem africana, adotada legalmente em 1948 na África do Sul para designar um regime segundo o qual os brancos detinham o poder e os povos restantes eram obrigados a viver separado dos brancos, de acordo com regras que os impediam de ser verdadeiros cidadãos.
Este regime foi abolido por Frederik de Klerk em 1990 e, finalmente, em 1994 eleições livres foram realizadas.
O primeiro registro do uso a palavra apartheid encontra-se num discurso de Jan Smuts em 1917. Este político tornou-se primeiro ministro da África do Sul em 1919. Tornou-se de uso quase comum em muitas outras línguas. As traduções mais adequadas para português são segregação (racial).
Este regime foi abolido por Frederik de Klerk em 1990 e, finalmente, em 1994 eleições livres foram realizadas.
O primeiro registro do uso a palavra apartheid encontra-se num discurso de Jan Smuts em 1917. Este político tornou-se primeiro ministro da África do Sul em 1919. Tornou-se de uso quase comum em muitas outras línguas. As traduções mais adequadas para português são segregação (racial).
Um comentário:
Região Sul apresentou a maior incidência de Aids em 2010 no Brasil
O Boletim Epidemiológico Aids/DST (doenças sexualmente transmissíveis) 2011 identificou que a região Sul apresentou a maior taxa de incidência da doença no ano passado – 28, 8 casos a cada 100 mil habitantes, seguida das regiões Norte e Sudeste, com taxas de 20, 6 e 17, 6 respectivamente. Já as regiões Centro-oeste, o índice ficou em 15,7 e, no Nordeste, 12,6.
O Estado do Rio Grande do Sul é o que mais teve casos em 2010, seguido por Roraima, Amazonas, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Entre os municípios, Porto Alegre encabeça o ranking com maior número de casos, seguido por Alvorada, Balneário Camboriú e Uruguaiana.
Houve ainda a redução ao longo dos anos de novos casos nas grandes cidades e, ao mesmo tempo, o avanço da doença nas cidades do interior do país.
De 1980 a 2010, foram registradas 241.469 mortes por Aids no Brasil. Em 12 anos, a taxa de mortalidade dos infectados baixou de 7,6 para 6,3 a cada 100 mil pessoas, queda de 17%. A maioria concentrou-se no Sudeste (64,2%), seguidas Sul (16,7%), Nordeste (10,8%), Centro-Oeste (4,8%) e Norte (3,4%).
A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (28), mostrou que apesar de o número de casos ser maior entre homens, a diferença entre homens e mulheres infectados é cada vez menor. Em 1989, eram seis homens para cada mulher infectada. Em 2010, a razão é de 1,7 homem para cada mulher.
Somente em 2010, a taxa de incidência entre homens infectados foi de 22,9 por 100 mil habitantes e nas mulheres, a taxa é de 13,2 por 100 mil habitantes.
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