Estamos vivendo um típico clima de inverno.
Temperaturas muito baixas e tempo muito chuvoso.
Por falar em tempo chuvoso. Gostaria de lembrar as crateras existentes em nossas ruas que com toda essa chuva estão se multiplicando cada vez mais. Talvez seja e razão do serviço de má qualidade que tem sido feito realizado nos últimos anos.
Só aqui em Brogodó que se utiliza barro para tapar os buracos, trabalho esse, muito caro por sinal. Apenas para refrescar a nossa memória, já foram gastos alguns milhares de reais e o serviço ficou péssimo, horrível. Ah, lembrei, agora à noite passando pela avenida mais importante de Brogodó, pude observar o conselho tutelar juntamente com a polícia militar, fiscalizando os bares e lanchonetes da cidade. Que espanto! Foi a primeira fez que vimos isso. Mas continuem assim, fazendo jus ao salário que vocês estão ganhando. Quem sabe com esse tipo de atitude, nossa querida Brogodó fique livre das drogas, da prostituição infantil, do alcoolismo e volte a ter PAZ. Afinal é isso que almejamos, não é?
Um comentário:
Tendo em vista a adoção de BROGODÓ,vamos a uma historinha: nos idos tempos do passado esta promissora cidade contava com uma agricultura forte e uma população crescente.A elite dominante que naquela época,prendia e soltava a seu bel prazer,ditava as regras por aqui.Por ironia assumiu a prefeitura, um senhor bonzinho,mas tão bonzinho,que só faltou doar as vestes ao povo.Quero abrir um espaço aqui para salientar que segundo o que me consta, foi no mandato deste cidadão que deveria ter vindo a comarca,no entanto foi para Paranacity.Foi então que entrou em ação esta família poderosa e muito despreparada emocionalmente e politicamente.Por discordarem de outros fundadores desta promissora cidade, resolveram conduzi-la da melhor forma para eles,não para o povo.Foi um período crucial no possível desenvolvimento desta cidade.Como não se deu abertura ao crescimento,muitos se foram.Também pela opressão outros tantos seguiram o mesmo caminho.Uma catástrofe da natureza dizimou a cafeicultura que era o forte de nossa agricultura,com isso veio a grande oportunidade financeira para a família dominante agregar valores pois muitos ficaram endividados pela quebra da cultura do café,vendiam então as propriedades por preço vil.Lógico que com eles outros também tiveram a mesma conduta.Neste interim a formação educacional e moral deste povo começou a decair.Era o momento de se investir em opções de industrias e novos horizontes da agricultura,entretanto a vocação para o nada levou a família em incentivar a pecuária que detinha a necessidade de pouca mão-de-obra,menos força ao povo.Tivemos ai a primeira morte desta cidade. No final deste período já estava por aqui o cidadão responsável pela segunda morte a ocorrer no final do seculo xx.Ele um jovem muito dado ao povo e que teria aqui uma grande oportunidade de se realizar profissionalmente e financeiramente,mas não soube se conduzir para este lado.No período entre as 2 mortes a cidade se arrastou a procura de caminhos , porém isto não veio,pois mais uma vez não era interessante. Nesta época ironicamente veio a ocupar o cargo máximo um outro cidadão bonzinho,mas tão bonzinho,que só faltou doar as sua vestes aos necessitados.E por bem lembrar, descendente do primeiro bonzinho.Uma população fragmentada ,sem muitos valores conservados e cuja formação cultural de um legado ruim permitiu que o cidadão maquiavélico e despreparado viesse a trair a confiança deste povo,e ele promoveu a segunda morte de BROGODÓ.Fala-se do coronelismo que impera em nossa cidade mas digo, todos devem ficar atentos pois o autor da segunda morte tem alguém por aqui de olho grande no poder.
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